sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Estão se separando no altar....

Um vestido magnifico, um belo penteado, uma produçao perfeita, uma decoração invejável, uma festa linda. Muitas mulheres sonham com isto e passam a vida idealizando o que seria um casamento perfeito. Entrar na igreja de véu e grinalda e sair de lá casada com o amor de sua vida parece mesmo um sonho. Preparar a festa, escolher os convidados, o lugar da lua de mel é uma tarefa difícil, mas a dificudade maior começa a existir da porta da igreja para fora. A vida à dois, a convivência não é tarefa simples. É preciso mais do que amor, é preciso paciência e muito companherismo e compreensão para que, juntos, possam enfrentar as dificuldades que vão surgindo a quem se submete à uma vida compartilhada. Acontece que manter a comunhão de todos esses requisitos que fazem um casamento perpetuar está se tornando cada vez mais complicado. E isto tem levado as pessoas à procurarem mais intensamente os serviços da justiça que formalizam a separação. Hoje em dia podemos notar um aumento significativo do numero de casamento, talvez o maior dos utimos anos, porém é possivel notar também como é crescente o numero de divórcio. Não diria facilidade mais a possibilidade ampliada de formalização de uma separação estão fazendo muitos casais dissolverem uma união e outros até recasarem. O divórcio é hoje amparado pela lei e socialmente aceito. A separação  leva a um novo arranjo familiar. Uma mulher recentemente separada se casa novamente com um homem até então solteiro. Nenhum crime, porém estranho. Não vivemos mais na época  dos casamentos 'arranjados', onde as pessoas casavam por influência dos pais e não por livre iniciativa. Hoje temos livre arbitrio para decidirmos sobre querer ou nao casar e principalmente com quem casar. Claro que, em uma união problemas são inevitáveis, criados principalmente pela idéia que muitos acabam criando de um par perfeito, uma união perfeita, sem discórdia, sem fim, cada um sendo exatamente o que o seu parceiro gostaria que ele fosse. Porém esses são sonhos que ninguém alcança, pelo contrário, buscam por um ideal ilusório e com isso vaõ surgindo mágoas e decepções. A lei do menor esforço está presente também em situações como estas. Ao invés do casal procurar juntos solucionar os problemas que vão surgindo, conversar, tentar encontrar a solução mais sensata alguns preferem partir para o que dá menos trabalho, a separação. Se a decisão é, reciprocamente tomada, o que tem a fazer é esforçar-se ao máximo para tornar essa união cada vez mais estável e não jurar no altar estar junto até que a morte os separe e na primeira desavença já recorrer à justiça em busca da separação.

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